Holding médica: proteção ou complicação desnecessária em 2026? 

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Holding médica: proteção ou complicação desnecessária em 2026? 

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Com a chegada de 2026, muitos médicos começaram a se fazer a mesma pergunta: minha estrutura atual ainda é suficiente para proteger tudo o que construí até aqui? 

 

A reforma tributária, o aumento da fiscalização e o cruzamento cada vez mais detalhado de informações entre pessoa física e jurídica mudaram o jogo. O que antes “funcionava” passou a exigir mais critério, mais estratégia e, principalmente, mais organização. 

A holding médica entrou no radar

É nesse cenário que a holding médica deixou de ser um assunto distante e passou a aparecer como uma possível estratégia de proteção patrimonial para médicos que já têm carreira consolidada.

Mas junto com o interesse, surgiram as dúvidas: será que isso não é complexo demais? Será que faz sentido para qualquer médico? Ou será que é, sim, uma proteção real? 

 

O que é uma holding médica, de forma simples

Antes de tudo, é importante entender que holding médica não é uma moda, nem uma estrutura criada apenas para grandes grupos. Na prática, ela é uma forma de organizar empresas, participações e patrimônio sob uma mesma estrutura, separando riscos e trazendo mais clareza para a vida financeira do médico. 

O grande ponto é que, conforme a carreira evolui, a vida financeira do médico também se torna mais complexa. Além do consultório ou da clínica, surgem imóveis, investimentos, participação em outras empresas, sociedades e diferentes fontes de renda. Quando tudo isso fica misturado, o risco aumenta.

Não só do ponto de vista tributário, mas também patrimonial.

Quando é proteção de verdade?

Com as mudanças previstas a partir de 2026, essa proteção ganha ainda mais relevância. A Receita passa a ter uma visão mais integrada da movimentação financeira, e inconsistências entre faturamento, patrimônio e estilo de vida tendem a chamar mais atenção. Quanto maior o faturamento e o patrimônio do médico, maior também a exposição. 

Por isso, para muitos médicos, a holding se tornou uma estratégia possível e, na maioria dos casos, uma estratégia inteligente.

Quando pode virar complicação?

Mas é importante deixar algo muito claro: holding não é solução padrão. Ela não deve ser criada apenas porque “todo mundo está fazendo” ou porque alguém prometeu economia automática de impostos.

Quando mal pensada, pode sim virar complicação. 

Por outro lado, quando bem estruturada, a holding cumpre exatamente o papel que se espera dela: proteger o patrimônio do médico, organizar a vida empresarial e permitir decisões mais seguras no longo prazo.

Faz sentido para todo médico?

Não, nem todo médico precisa ter uma holding.

Médicos no início da carreira, com estrutura simples, geralmente têm outras prioridades mais urgentes, como escolher o regime tributário correto, separar corretamente pessoa física e jurídica e organizar o caixa.

Já para médicos consolidados, com faturamento relevante e patrimônio em formação, a holding costuma deixar de ser uma dúvida distante e passar a ser uma decisão estratégica.

A importância de olhar a vida do médico como um todo

O ponto central (e que faz toda a diferença) é olhar para a vida do médico como um todo.

Holding não deve ser pensada isoladamente. Ela só faz sentido quando existe uma visão completa da realidade do profissional: empresa, pessoa física, patrimônio, impostos e planos futuros.

Dentro da contabilidade médica, a holding não é o começo da conversa. Ela é consequência de uma análise mais ampla.

Uma análise que entende que o médico não é apenas um prestador de serviço, mas um empresário, com riscos, oportunidades e objetivos de longo prazo.

Holding médica em 2026: o que realmente importa

Em 2026, improvisar custa caro. Estruturar com critério é o que protege.

No fim das contas, a holding médica não é uma complicação desnecessária. Para muitos médicos, ela é sim uma camada importante de proteção e organização. O que define se ela será solução ou problema não é a holding em si, mas como e por que ela é pensada.

Preparar-se com antecedência faz toda a diferença.

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Distribuição de lucros na empresa médica: garanta a segurança da sua clínica

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Distribuição de lucros na empresa médica: garanta a segurança da sua clínica

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Recentemente, o cenário jurídico-tributário para médicos foi sacudido por uma decisão do CARF (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) envolvendo uma clínica de pediatria. O caso é um “divisor de águas” para quem utiliza a distribuição desproporcional de lucros e serve como um alerta real sobre como a fiscalização pensa.

O que aconteceu?

Uma empresa de pronto-socorro infantil foi autuada em mais de R$ 2 milhões. A Receita Federal alegou que os lucros distribuídos aos médicos eram, na verdade, pagamentos por plantões e serviços (o que deveria ser tributado como salário/pró-labore).

 

O fisco foi agressivo: aplicou uma multa de 150% por suposta fraude e tentou cobrar a dívida diretamente dos bens pessoais das sócias-administradoras.

     

    A decisão do tribunal

    O CARF trouxe um alívio parcial, mas com lições duras:

    1. A boa notícia: O tribunal derrubou a multa de 150% (reduzindo para 75%) e afastou a responsabilidade pessoal das médicas, pois entendeu que não houve prova de intenção de enganar o governo

    2. A má notícia: A clínica ainda perdeu a isenção do imposto de renda sobre aqueles valores porque não apresentou relatórios e provas de como o lucro foi calculado.

    O risco precisa ser calculado

    Na medicina, você calcula riscos antes de uma cirurgia. Na gestão da sua clínica, é a mesma coisa. Você precisa entender que:

    • O “Direito” não é automático: Você tem o direito legal de distribuir lucros de forma desproporcional, desde que esteja no Contrato Social.

    • A cautela é o seu escudo: A Receita pode questionar a “natureza” do seu dinheiro. Se você não tiver um relatório gerencial que explique por que o Sócio A ganhou mais que o Sócio B, o fisco chamará isso de “salário” e cobrará a conta.

    Muitas exigências fiscais parecem burocracia vazia, mas são elas que impedem que uma fiscalização mal-intencionada chegue ao seu patrimônio pessoal.

    Como se blindar de vistorias abusivas?

    Para não passar pelo que essa clínica passou, a recomendação é ter extrema cautela:

    1. Documente a produção: tenha planilhas ou sistemas que mostrem o envolvimento técnico de cada sócio.

    2. Siga o próprio contrato: se o seu contrato diz que haverá reuniões para decidir a divisão do lucro, faça essas atas.

    3. Substância real: mostre que a empresa é real, tem contratos legítimos e faturamento transparente.

    Sua clínica está às cegas?

    Não deixe que a burocracia da Receita Federal se transforme em uma multa milionária para o seu negócio. 

    Nós da Docstage entendemos a realidade do médico e traduzimos isso em segurança prática para o seu patrimônio. Já revisamos estruturas que evitaram prejuízos exatamente como este do CARF.

    Queremos ajudar você a calcular seus riscos e blindar sua distribuição de lucros.

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    Imposto de Renda 2026: o que muda na tabela do IRPF e como isso impacta médicos

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    Imposto de Renda 2026: o que muda na tabela do IRPF e como isso impacta médicos

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    O Imposto de Renda 2026 trouxe uma das atualizações mais impactantes dos últimos anos na tabela do IRPF.

    Quando se fala em Imposto de Renda 2026, a ampliação da faixa de isenção costuma dominar as manchetes. No entanto, para médicos e profissionais da saúde com renda elevada, o impacto mais relevante está longe dessa faixa.

    A partir de 2026, o sistema passa a olhar com mais rigor para quem concentra rendimentos altos, especialmente aqueles que recebem por Pessoa Jurídica, distribuem lucros e possuem múltiplas fontes de renda. É aí que entram a tributação mínima anual e a nova lógica sobre dividendos.

    Neste artigo, explicamos o que muda de fato, por que médicos estão no centro dessas alterações e como analisar corretamente o impacto no seu imposto.

     

    O que muda no Imposto de Renda 2026

     

    A elevação da faixa de isenção mensal para até R$ 5.000 é real, assim como a redução gradual do imposto para rendas intermediárias. Porém, essas mudanças têm efeito limitado para médicos que já ultrapassam esse patamar mensalmente.

    O ponto central da reforma está em dois movimentos complementares:

    • criação de um Imposto de Renda mínimo anual para quem ultrapassa determinado nível de renda
    • tributação de dividendos distribuídos em valores elevados.

    Na prática, o sistema passa a cruzar todas as fontes de renda do contribuinte e verificar se, ao final do ano, o imposto pago foi compatível com a renda total declarada.

     

    O outro lado da moeda: imposto mínimo e dividendos

     

    A partir de 2026, contribuintes com renda anual elevada — acima de R$ 600 mil — passam a estar sujeitos a uma alíquota mínima efetiva, que pode chegar a até 10%, considerando a soma de todas as rendas.

    Isso inclui:

    • salários e pró-labore;
    • rendimentos de Pessoa Jurídica;
    • lucros distribuídos;
    • outras fontes tributáveis.

    Além disso, dividendos acima de determinados limites passam a sofrer retenção na fonte, alterando uma lógica que, até então, era amplamente utilizada por médicos como forma de eficiência tributária.

    O recado do legislador é claro: não importa apenas quanto você ganha, mas quanto de imposto efetivo foi pago ao longo do ano.

     

    Por que isso impacta diretamente médicos

     

    Médicos costumam reunir exatamente os elementos que passaram a ser mais observados em 2026:

    • múltiplas fontes de renda (PJ, pró-labore, plantões, RPA);
    • distribuição relevante de lucros;
    • renda anual elevada;
    • planejamento tributário baseado na combinação PF + PJ.

    Com a nova lógica, estruturas que antes funcionavam bem podem passar a gerar:

    • imposto complementar a pagar;
    • redução de restituições esperadas;
    • aumento do imposto efetivo anual.

    Sem uma visão consolidada de todas as fontes, o risco deixa de ser apenas pagar imposto “a mais” e passa a ser ser surpreendido na declaração.

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    Como analisar corretamente seu Imposto de Renda em 2026

     

    Em 2026, olhar apenas para a tabela do IRPF ou para a alíquota nominal deixa de ser suficiente. O que importa é comparar:

    • quanto de imposto foi pago ao longo do ano, por fonte;

    • quanto deveria ter sido pago considerando a renda total;

    • se haverá imposto complementar ou possibilidade de restituição.

    Esse tipo de análise não pode ser feita “de cabeça” ou apenas com base no informe de uma única fonte de renda. Ela exige consolidação, simulação e comparação entre a regra atual e o novo cenário.

    Planejamento não é discurso

     

    A grande diferença em 2026 não está na existência de imposto — médicos sempre pagaram — mas na forma como a Receita passa a medir se o imposto pago foi suficiente.

    Quem se antecipa, simula cenários e entende sua estrutura:

    • evita surpresas;

    • toma decisões melhores sobre pró-labore e lucros;

    • reduz riscos de imposto complementar elevado.

    Quem não acompanha, descobre tudo apenas na entrega da declaração.

    Veja seu impacto real em poucos minutos

    Criamos uma Calculadora Inteligente de IR que consolida todas as suas fontes de renda e compara:

    • Regra atual x nova regra

    • imposto pago x imposto devido

    • impacto por tipo de rendimento

    • possibilidade de imposto complementar ou restituição

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    Livro Caixa para médicos: ainda vale a pena em 2026?

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    Livro Caixa para médicos: ainda vale a pena em 2026?

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    O Livro Caixa acabou? Não. Mas a estratégia mudou

    Se você é médico e já se perguntou se o Livro Caixa ainda vale a pena com todas as mudanças tributárias de 2026, este artigo é para você.

    A resposta curta é: sim, continua relevante. O que mudou não foi a ferramenta em si, mas a forma como ela deve ser utilizada dentro do planejamento tributário médico.

    Por muitos anos, o Livro Caixa foi tratado quase como um hábito automático: registravam-se despesas, abatia-se a base de cálculo do Imposto de Renda e pronto.

    Hoje, essa ferramenta exige mais critério, análise e estratégia, especialmente diante de um cenário tributário em transformação.

    Mudanças na tributação médica em 2026: o que você precisa saber

    Nem todos os médicos vivenciam os impactos da reforma da mesma forma. Cooperados, autônomos e aqueles que atuam por meio de Pessoa Jurídica têm realidades tributárias diferentes, e essas diferenças ficaram ainda mais relevantes com a reforma.

    Por isso, decisões que antes pareciam óbvias agora precisam ser analisadas com cuidado, levando em consideração:

    • Modelo de atuação;
    • Tipo de despesas e receitas;
    • Possíveis créditos tributários;
    • Impacto direto no Imposto de Renda.

       

      Livro Caixa para médicos cooperados: economia real continua

      Para médicos cooperados, o cenário segue bastante favorável.

      O Livro Caixa permanece uma ferramenta essencial de economia tributária.

      Como funciona na prática:

      • Despesas comprovadas da atividade médica podem ser abatidas da base de cálculo do IR;
      • Cada gasto registrado impacta diretamente no imposto a pagar ou na restituição;
      • Despesas bem organizadas podem gerar até 27,5% de economia, dependendo da faixa de tributação.

      ✅ Para cooperados, a recomendação é clara: manter o Livro Caixa atualizado é estratégico e necessário.

      Livro Caixa para autônomos e PJ: atenção aos detalhes

      Para médicos autônomos ou que concentram sua atuação na Pessoa Jurídica, a análise ficou mais sofisticada.

      A lógica da não cumulatividade sugere que o CNPJ pode aproveitar créditos tributários sobre insumos, o que parece vantajoso. Na prática, nem sempre é o caso.

      O impacto da não-cumulatividade e do “imposto zero”

      Alguns insumos médicos têm alíquota zero. Nesse cenário:

      • A empresa compra o insumo sem imposto → não gera crédito tributário;
      • O serviço prestado sofre tributação integral;
      • Concentrar essas despesas no CNPJ pode resultar em maior carga tributária do que o esperado.

      Na Pessoa Física, usando o Livro Caixa, essas mesmas despesas podem ser abatidas diretamente da base do IR, mesmo sem gerar crédito. É nesse contexto que o Livro Caixa volta a ser protagonista na estratégia tributária.

      Planejamento tributário médico: sempre estratégico

      Na Docstage, o planejamento tributário médico nunca foi padrão. Cada profissional tem uma realidade única, com modelo de atuação, receitas, despesas e objetivos distintos.

      Com as mudanças em consolidação, novas alíquotas sendo definidas e desdobramentos ainda por vir, a importância de uma análise cuidadosa e constante se torna ainda mais evidente.

      Hoje, um bom planejamento exige:

      • Análise individual do modelo de atuação
      • Compreensão real das despesas e receitas
      • Acompanhamento próximo das mudanças legais
      • Ajustes constantes de estratégia

      Não se trata mais de escolher automaticamente entre Pessoa Física ou Jurídica.

      Trata-se de estratégia baseada no contexto de cada médico, garantindo segurança, eficiência e sustentabilidade na carreira.

      Como se preparar para 2026

      O Livro Caixa não perdeu relevância, mas exige atenção e acompanhamento próximo.

      Em 2026, ele se consolida como uma decisão estratégica dentro de um planejamento tributário bem estruturado, alinhado à realidade financeira, profissional e patrimonial do médico.

      💡 Conte com uma contabilidade médica que entende a sua atividade, acompanha cada mudança da legislação e ajuda você a tomar decisões conscientes.

      Assim, você transforma o planejamento tributário em vantagem para a sua carreira, sem surpresas e com segurança.

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      Lei 15.270/25: Médicos Vão Pagar Mais Imposto em 2026?

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      Lei 15.270/25: Médicos Vão Pagar Mais Imposto em 2026?

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      O que você lerá: 

      A Lei 15.270/25 trouxe mudanças importantes para quem trabalha com Pessoa Jurídica, especialmente médicos. A partir de 2026, a forma como a Receita avalia suas rendas (inclusive lucros isentos)  muda completamente.

      O objetivo deste artigo é explicar essas regras de forma clara, prática e sem tecnicismo exagerado.

      Se você recebe via PJ, tem consultório, atua em clínica, faz plantões ou combina várias formas de remuneração, vale a pena entender o que muda para não ser surpreendido.

      O que é o imposto de renda mínimo?

      A principal mudança da nova lei é a criação de um piso obrigatório de tributação para quem recebe acima de R$ 600 mil por ano.

      Em resumo, o imposto de renda mínimo:

      • Vale a partir do ano-calendário de 2026

      • Considera a soma de todas as rendas do médico

      • Inclui rendimentos que antes eram isentos

      • Aplica uma alíquota mínima anual de até 10%

      Quem pode ser afetado?

      • Médicos PJ

      • Sócios de clínicas

      • Profissionais que recebem lucros distribuídos

      • Médicos com mais de uma fonte de renda (CLT + PJ + plantões)

      Como funciona a alíquota

      • Até R$ 600 mil/ano: fora da regra

      • De R$ 600 mil a R$ 1,2 milhão: alíquota sobe gradualmente

      • Acima de R$ 1,2 milhão: alíquota mínima obrigatória de 10%

      O que não entra na base mínima

      • Poupança

      • LCI e LCA

      • CRI e CRA

      • Heranças e doações

      • Indenizações (exceto lucros cessantes)

        A nova tributação de dividendos

        A partir de 2026, dividendos acima de R$ 50 mil por mês, pagos pela mesma empresa para a mesma pessoa física, terão retenção obrigatória de 10%.

        O que isso significa na prática:

        • Até R$ 50 mil/mês → isento

        • Acima disso → retenção de 10%

        Quem sentirá mais impacto

        • Médicos que se remuneram quase totalmente por lucros

        • Sócios de clínicas de médio e grande porte

        • Estruturas PJ com distribuição mensal elevada

        O que fazer ainda em 2025

        2025 é um ano estratégico. Tudo o que for feito antes de 31/12 pode influenciar diretamente sua carga tributária nos próximos anos.

        Por que isso é importante

        • Todos os lucros apurados até 31/12/2025 continuam 100% isentos

        • A partir de 2026, esses lucros entram no cálculo do IR mínimo

        • E os dividendos podem sofrer retenção de 10%

        Passos importantes para 2025

        • Fechar balanço 2025 até 31/12

        • Elaborar ata de destinação dos lucros

        • Registrar documentação em cartório ou junta

        • Decidir se o lucro acumulado será:

          • distribuído agora, ou

          • incorporado ao capital social

        Como uma holding pode ajudar?

        A holding se tornou uma alternativa cada vez mais usada por médicos que buscam mais flexibilidade fiscal e patrimonial.

        Vantagens da holding

        • Lucro dentro da holding não aciona o IRPF mínimo

        • Não há retenção de 10% enquanto o valor não chega à pessoa física

        • Permite distribuir lucros em momentos estratégicos

        • Facilita organização dos bens

        • Melhora planejamento sucessório

        • Reduz riscos pessoais e patrimoniais

        Descubra seu impacto em 2 minutos

        Criamos uma calculadora gratuita, feita especificamente para médicos, que mostra como a Lei 15.270/25 afeta você.

        Com ela, dá para ver:

        • Se você vai pagar mais

        • Se pode ter restituição

        • Quanto o IR mínimo influencia sua rotina

        • Como os dividendos entram na conta

        • E qual será o impacto real no seu bolso

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        Lei 15.270/25: Médicos Vão Pagar Mais Imposto em 2026?

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        Livro Caixa para Médicos: O que é e Como fazer

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        Livro Caixa para Médicos: O que é e Como fazer

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        Quando um médico exerce suas atividades é comum e normal que ele tenha custos para poder exercer suas atividades como insumos, salário de funcionários, despesas do consultório, livros técnicos, etc. nesse sentido é possível que o imposto de renda seja pago sobre o valor que resta depois de pagas essas despesas, ao invés de realizar o pagamento do imposto sobre todo o valor recebido.

        O que é Livro Caixa Médico? 

        O livro caixa é exatamente o que possibilita esse mecanismo e está previsto no regulamento do Imposto de Renda (Decreto 9.580/18, Art. 68°). Nesse mecanismo são registadas as despesas incorridas para a execução ou manutenção da atividade, permitindo que o médico recolha o imposto apenas do que, efetivamente, ganha, já descontada as despesas.

        Quem pode? 

        Todo médico que tenha renda como pessoa física, ou seja, que emite recibos (ao invés de notas fiscais pela PJ) ou ainda que trabalhe como cooperado em cooperativa médica. Ou seja, se há o recebimento de pró-labore ou carteira assinada, não é possível realizar a dedução pelo livro-caixa.

        O que entra no Livro Caixa? 

        São 3 itens que a legislação permite que entrem no livro caixa:

        1. Salários de pessoas que trabalhem na atividade médica (desde que com carteira assinada);
        2. Despesas cartoriais e outras taxas cobradas pelo governo
        3. Despesas para a execução e manutenção da atividade

        Este último item é o mais importante, pois é onde a maior parte das despesas acontecem, podendo incluir livros técnicos, roupas específicas, despesas com encontros científicos, remunerações de terceiros que atuem na execução da atividade (como um anestesista em cirurgia, ou ainda, o aluguel do hospital), honorário de contabilista e advogado, despesas com aluguel, água, luz, celular (do consultório), condomínio, etc., materiais de consumo, de limpeza, de escritório, para realização de exames, propaganda, despesas com CRM, ou seja, qualquer despesa que exista para que a atividade seja executada ou seja mantida em condições de ser executada.

        E se eu não tenho um consultório? 

        Se parte da atividade é executada na residência e não for possível distinguir qual a parte da despesa é doméstica e qual parte é para a realização da atividade, 20% da despesa doméstica poderá ser deduzida do livro caixa.

        Quanto eu economizo com isso? 

        Mensalmente, para cada R$ 1.000,00 ganho acima dos R$ 5.000,00 (valor exato R$ 4.664,68) o imposto de renda é de R$ 275,00 dessa forma, acima desse nível de renda, para cada R$ 1.000,00 em despesas dedutíveis há uma redução de R$ 275,00 em imposto de renda.

        E o passado, da para arrumar? 

        É possível retificar os últimos 5 anos da declaração do imposto de renda e incluir as despesas dedutíveis, é importante que todos os comprovantes sejam preservados, caso a Receita Federal faça qualquer questionamento.

        Como recebo o ajuste do passado? 

        Aqui depende do que aconteceu com a declaração, se houve pagamento de imposto, é preciso solicitar a restituição da diferença depois da retificação da declaração. Se a declaração foi de restituição, nos lotes residuais, pagos mensalmente, depois do processamento da declaração a receita pagará a diferença.

        Contabilidade para médicos é com a Docstage 

        Para planejar seu próximo passo na carreira, não deixe de procurar uma empresa de contabilidade para médicos, como a Docstage. 

        Nossa equipe é formada por advogados tributaristas, advogados societários e contadores experientes que atendem mais de mil médicos em todo o Brasil.

        Nossos profissionais estão preparados para auxiliar você em aspectos societários, contábeis e fiscais, uma vez que existem peculiaridades típicas do mercado médico.

        Marque uma conversa com um dos nossos especialistas. Além de trabalharmos exclusivamente com médicos e médicas, oferecemos ainda: 

        • Aplicativo exclusivo 
        • Abertura da PJ grátis (você só paga as taxas) 
        • Desconto especial durante a residência 
        • Emissão de notas fiscais pelo aplicativo 
        • Sem 13ª mensalidade
        • Compliance médico
        • Assessoria financeira e de seguros

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        Livro Caixa para Médicos: O que é e Como fazer

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